Archive for setembro, 2011
A presidente Dilma Rousseff é aprovada por 71% dos eleitores, de acordo com pesquisa Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgada nesta sexta-feira (30). A pesquisa tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, o que significa que a aprovação da presidente pode ser de 69% a 73%.
Na comparação com levantamento realizado em julho e divulgado em agosto, a aprovação da presidente subiu quatro pontos percentuais – o índice era 67%.
Dos entrevistados na pesquisa atual, 21% disseram desaprovar a presidente e 8% não souberam ou não responderam. O percentual de desaprovação em julho, que era de 25%, caiu quatro pontos percentuais conforme o Ibope.
Entre 16 e 20 de setembro, o Ibope ouviu 2.002 eleitores com 16 anos ou mais em 141 municípios de todas as regiões do país.
Roberto Bertholdo
A presidente Dilma Rousseff recebe neste sábado, 1, no Palácio do Planalto, o presidente mundial da Nissan e da Renault, Carlos Ghosn. O empresário vai anunciar a construção de outras duas fábricas de automóveis no País. O encontro ocorrerá às 10 horas.
O economista mineiro Robério Silva, diretor do Departamento do Café do Ministério da Agricultura, foi eleito, em Londres, diretor-executivo da OIC (Organização Internacional do Café).
Os outros dois países que buscavam representação na direção da OIC eram o México e a Índia.
O Itamaraty, que vinha de uma sequência de derrotas para organismos internacionais no governo anterior, atuou intensamente para o resultado e acha que está revertendo o clima. O chanceler Antonio Patriota deu a notícia para a presidente Dilma Rousseff.
Robério Silva já exerceu, por oito anos, o cargo de Secretário-Geral da Associação dos Países Produtores de Café, em Londres.
A OIC é a principal agência intergovernamental para o café. Seus Estados membros representam 97% da produção e 80% do consumo mundial do produto. O Brasil é o maior contribuinte das receitas financeiras da OIC, bem como o principal produtor e exportador mundial de café, além do segundo consumidor mundial.
Roberto Bertholdo
O senador Clésio Andrade (PR-MG) afirmou que os sete senadores da bancada do partido pediram ao governo um ministério como condição para voltar à base aliada.
Em julho, o partido declarou independência do governo após a demissão do ex-ministro Alfredo Nascimento (AM) dos Transportes e de mais de 20 funcionários da pasta ligados ao partido.
Andrade afirmou que o pedido foi feito em reunião entre os senadores e as ministras da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e das Relações Institucionais, Ideli Salvatti. A assessoria da Casa Civil confirmou o encontro, mas não o teor das conversas.
“Pedimos às ministras um ministério para voltar para a base. Não consideramos o Transporte como um ministério nosso hoje, já que o Passos é indicação da presidente. Pode ser o Transportes ou outro ministério”, afirmou o senador.
Roberto Bertholdo
Ao receber nesta quinta-feira ( 29) o prêmio Lech Walesa, na Polônia, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que decidiu doar os US$ 100 mil a um país africano. O país que receberá o valor será escolhido pelos diretores do Instituto Lula e pelos membros da fundação criada por Walesa. Lula também se encontrou em Gdansk com o sindicalista e ex-presidente polonês.
Walesa, que recebeu o Prêmio Nobel da Paz, lembrou que quando conheceu Lula, em 1980, acreditou que estavam em caminhos diferentes. “Deixamos o comunismo e o senhor queria introduzir o socialismo. Parecia que estávamos em caminhos opostos, pois parecia não haver terceira via”, comentou. “O senhor não tinha razão há 30 anos, mas hoje mostrou que tinha razão.”
O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, disse que Lula e Walesa fizeram mudanças radicais sem promover o caos em seus países. Para Tusk, os dois líderes promoveram o crescimento econômico e o bem-estar para as populações.
O prêmio Lech Walesa foi criado em 2008 pela fundação do ex-presidente polonês para reconhecer personalidades destacadas por seu apoio à liberdade, democracia e cooperação internacional. A fundação informou em nota que Lula foi escolhido “em reconhecimento por seus esforços para conseguir uma cooperação pacífica e a compreensão entre as nações, especialmente para reforçar o papel dos países em desenvolvimento no mundo dos negócios, e por sua contribuição para reduzir a desigualdade social”. (AE)
Roberto Bertholdo
O governador Beto Richa defendeu nesta quinta-feira (29/09) a distribuição igualitária dos royalties gerados com a exploração do petróleo na camada Pré-Sal. Durante encontro com os demais governadores que integram o Conselho de Desenvolvimento e Integração do Sul (Codesul), em Porto Alegre.
Richa foi enfático em defender a derrubada pelo Congresso Nacional do veto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à chamada Emenda Ibsen, que garante a distribuição igualitária dos recursos do petróleo entre estados produtores e não-produtores. “Temos que unir forças e somar energias para defender os nossos interesses. A divisão igualitária dos royalties é justa e democrática”.
Richa afirmou que a derrubada do veto é o ponto de partida para uma divisão justa dos recursos do petróleo. Para ele, é preciso retomar a discussão sobre a matéria. “As riquezas da camada Pré-Sal pertencem à União, conforme prevê a Constituição Federal. São, portanto, propriedade de todos os brasileiros”, disse o governador paranaense no encontro com Tarso Genro (RS), Raimundo Colombo (SC) e Simone Tebet, vice-governadora do Mato Grosso do Sul.
Roberto Bertholdo
O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, defendeu que seja realizada uma discussão sobre a criação de um novo imposto para saúde, mas destacou que “este não é o momento para a criação de um novo imposto”.
“A presidenta Dilma não quer pressa nessa história. Ela quer que toda medida seja tomada com maturidade. Não é o momento de falarmos agora em novos impostos dada a situação que o país se encontra, delicada, em função do cenário internacional. Estamos indo bem, estamos confiantes, mas não brincaremos. O foco hoje é manter o crescimento, distribuição de renda e inflação sob controle”, afirmou.
Gilberto Carvalho disse ainda que o governo não terá condições de “pagar a conta” caso os senadores resgatem o projeto de regulamentação da Emenda 29 aprovado no Senado, que obriga a União a repassar para a área da saúde 10% de suas receitas correntes brutas.
Roberto Bertholdo
















