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A modelo Gisele Bündchen na capa da "Vogue" francesa

A top brasileira Gisele Bündchen é um dos temas mais comentados entre os usuários do Twitter.  A modelo aparece na capa edição de junho/julho da revista “Vogue” francesa.A foto mostra Gisele só com a parte inferior do biquíni e com o bumbum coberto de areia

 

FOLHA DE SÃO PAULO

Crise europeia derruba mercados

ESTADÃO

Risco grego para o euro afeta bolsas e dólar encosta em R$ 2

CORREIO BRAZILIENSE

Reajuste de servidores vai variar de 2% a 31%

ZERO HORA

Dólar colado em R$ 2 anima exportador e preocupa consumidor

 

Roberto Bertholdo

 

 

Sarney critica decisão do Supremo de suspender depoimento de Cachoeira no Congresso

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), criticou hoje (15) a decisão do ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), que concedeu ontem (14) habeas corpus ao empresário de jogos ilícitos Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. A decisão suspendeu o depoimento dele na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do Cachoeira, que estava marcado para esta terça-feira.

 ”A decisão do Supremo Tribunal Federal é para ser cumprida, por mais que nós tenhamos a noção de que é uma decisão que pode ser errada, na realidade nós entregamos ao Supremo a guarda da Constituição e é ele que interpreta”, disse Sarney à Agência Brasil.

 Na noite de ontem (14), o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), acatou pedido da defesa de Carlinhos Cachoeira para suspender o depoimento. Segundo decisão liminar do ministro, o depoimento fica suspenso até o julgamento do mérito do pedido.

 Perguntado se a decisão poderia ser meramente protelatória, Sarney enfatizou que por mais que seja inadequada, a medida tem que ser respeitada. “Por mais que a gente possa julgar errada, essa decisão é do Supremo”.

 

Roberto Bertholdo

Charge do Pelicano (Bom Dia- SP)

 

 

Roberto Bertholdo

 

Celso de Mello adia depoimento de Cachoeira à CPI

O ministro do Supremo Tribunal Federal Celso de Mello aceitou na noite desta segunda (14) pedido da defesa de Carlinhos Cachoeira e suspendeu o depoimento do bicheiro à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga as relações dele com políticos e autoridades.

 O depoimento estava marcado para as 14h desta terça (15). Cachoeira está preso no complexo da Papuda, em Brasília.

 O habeas corpus impetrado pelos advogados de Cachoeira questionava decisão do presidente da CPI, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), de negar acesso da defesa aos documentos da comissão antes do depoimento.

 O ministro Celso de Mello suspendeu “cauterlamente, até final julgamento da presente ação de ‘habeas corpus’, o comparecimento e a inquirição de Carlos Augusto de Almeida Ramos perante a ‘Comissão Parlamentar Mista de Inquérito – Operação Vegas e Monte Carlo’, sustando-se, em consequência, e unicamente quanto a ele, o depoimento já designado para o próximo dia 15/05/2012″.

Com essa decisão, Cachoeira só poderá depor depois do julgamento do mérito do pedido pelo Supremo Tribunal Federal, o que ainda não tem data para acontecer.

Roberto Bertholdo

No Brasil, os corruptores nunca são punidos, diz Pedro Simon

O senador Pedro Simon (PMDB-RS) disse nesta segunda-feira (14) que os corruptores nunca são punidos no Brasil. Ele afirmou que há registro de corruptos presos, multados ou cassados, mas o corruptor quase sempre escapa ileso.

Simon declarou estranheza sobre notícias de que a holdind J&F estaria comprando a empreiteira Delta Construção, empresa considerada a maior participante em obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e que está sendo acusada de envolvimento com Carlinhos Cachoeira. O presidente do conselho consultivo da J&F, dona da empresa JBS-Friboi, é o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles, acrescentou Simon.

Para o senador, o negócio deveria ser impedido, visto que a Delta está sendo investigada por envolvimento com negócios irregulares de Cachoeira. Além disso, afirmou Simon, o BNDES tem participação acionária na JBS-Friboi.

- Uma empresa que era um açougue, foi crescendo e hoje é o maior frigorífico do mundo, claro, com o dinheiro do BNDES. De repente, o senhor Meirelles, que foi o único estrangeiro presidente mundial do Banco de Boston, vem e assume o controle. E a CPI não faz nada, eu não consigo entender, a CPI não faz nada – disse Simon, defendendo o direito de a CPI do Cachoeira impedir o negócio e tornar indisponíveis o patrimônio da Delta para que as denúncias de irregularidades sejam investigadas e possíveis prejuízos ao erário sejam repostos.

Roberto Bertholdo

 

FOLHA DE SÃO PAULO

Assessor multiplica por dez seus imóveis em SP

ESTADÃO

Impasse deixa Grécia perto de sair da zona do euro

CORREIO BRAZILIENSE

Casamento perde espaço para união estável em Brasília

ZERO HORA

Campeão da superação

 

Roberto Bertholdo

Sarney volta ao Senado e minimiza efeito de CPI no trabalho legislativo

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), retornou nesta segunda-feira aos trabalhos legislativos após um mês de licença médica. Ele foi submetido a um cateterismo, seguido de angioplastia, para desobstrução de uma artéria. Sarney retornou ao trabalho no dia da sessão solene em homenagem aos 46 anos do PMDB, realizada na manhã de hoje no Senado.

 O peemedebista afirmou não ter lido jornais durante o período em que ficou licenciado e, por isso, não sabia que o bicheiro Carlinhos Cachoeira, pivô do escândalo que culminou com a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), deve depor amanhã. Ele minimizou os efeitos da CPI nos trabalhos legislativos.

 ”O funcionamento da CPMI não tem atrapalhado os trabalhos do Congresso, tanto que na minha ausência foram votados todas as matérias polêmicas. A CPMI está prevista na Constituição Nacional, deve ter autonomia para apurar e coibir abusos detectados e está funcionando muito bem”, disse o senador.

 Sarney também afirmou que os trabalhos do Congresso devem adquirir um ritmo “atípico” nos próximos meses em decorrência das eleições municipais. “O recesso branco nos obriga a votar matérias pontuais em datas específicas devido ao esforço concentrado”, destacou.

Roberto Bertholdo

Charge do Tiago Recchia ( Gazeta do Povo-PR)

 

Roberto Bertholdo

ÉPOCA

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VEJA

A imprensa acende a luz

 

Roberto Bertholdo